sexta-feira, 6 de março de 2009

Dialogar


«A criatura humana é um ser coletivo, por excelência. Ela necessita de comunicar-se constantemente com os outros. Quando foge, isolando-se do contacto com o semelhante, embrutece-se. Momentos há, em verdade, que necessitamos ficar a sós, fechando-nos em uma introspecção sadia, numa auto-análise do próprio mundo íntimo, a fim de nos conhecer melhor. Tais ocasiões, mais excepção que regra, é que nos tornarão capazes de entender e conviver com os demais em sociedade. Uma das atitudes mais simples e essenciais ao ser humano é dialogar. Quando conversamos, estabelecemos contacto vital com o mundo à nossa volta. Dialogar é a maior fonte de prazer que possuímos. Através deste intercâmbio, transmitimos experiências e absorvemos as dos outros, o que nos será muito útil. Além do enriquecimento pessoal, avaliamos nossos sentimentos de solidariedade e cooperação. Reportamo-nos aqui aos diálogos construtivos e enobrecedores. Não desperdice os diálogos e incentive-os na própria vida.»


Autor:Do livro "Pequenas Atitudes", de Joamar Z. Nazareth


Não nos esqueçamos! Com DIÁLOGO tudo se resolve!

Emília Pinto

quinta-feira, 5 de março de 2009

A VIDA










A vida é uma oportunidade, aproveite-a...
A vida é beleza, admire-a...
A vida é felicidade, deguste-a...
A vida é um sonho, torne-o realidade...
A vida é um desafio, enfrente-o...
A vida é um dever, cumpra-o...
A vida é um jogo, jogue-o...
A vida é preciosa, cuide dela...
A vida é uma riqueza, conserve-a...
A vida é amor, goze-o...
A vida é um mistério, descubra-o...
A vida é promessa, cumpra-a...
A vida é tristeza, supere-a...
A vida é um hino, cante-o...
A vida é uma luta, aceite-a...
A vida é aventura, arrisque-a...
A vida é alegria, mereça-a...
A vida é vida, defenda-a...



MADRE TERESA DE CALCUTÀ



PS.palavras para quê?

Herminia Coelho Lopes

Para a minha amiga, Hermínia.




Para matar saudades!!!

Um beijinho

Emília

O TALENTO na Juventude e na Velhice


Nada menos exacto do que supor que o talento constitui privilégio da mocidade. Não. Nem da mocidade, nem da velhice. Não se é talentoso por se ser moço, nem genial por se ser velho. A certidão de idade não confere superioridade de espírito a ninguém. Nunca compreendi a hostilidade tradicional entre velhos e moços (que aliás enche a história das literaturas); e não percebo a razão por que os homens se lançam tantas vezes recíprocamente em rosto, como um agravo, a sua velhice ou a sua juventude. Ser idoso não quer dizer que se seja necessáriamente intolerante e retrógado; e engana-se quem supuser que a mocidade, por si só, constitui garantia de progresso ou de renovação mental. As grandes descobertas que ilustram a história da ciência e contribuiram para o progresso humano são, em geral, obra dos velhos sábios; e a mocidade literária, negando embora sistemáticamente o passado, é nele que se inspira, até que o escritor adquire (quando adquire) personalidade própria.
A paz entre idades sucederá um dia, decerto, à paz entre as nações - quando a velhice egoísta reconhecer, finalmente, que não deve menosprezar os moços, antes facilitar-lhes o caminho da vida, e quando, por seu turno, a juventude impaciente chegar à convicção de que não é atropelando nem injuriando que se vence, e de que, quando os jovens se instalaram no planeta , já os velhos o habitavam.
Júlio Dantas, in "Páginas de Memórias"
Temos sempre muito a aprender uns com os outros; os jovens aprendem com a experiência dos mais velhos e estes podem adquirir novos conhecimentos ao conviverem com os mais novos. Enquanto os ensinam a caminhar, vão encontrando novos caminhos.
Emília Pinto

quarta-feira, 4 de março de 2009

LUDICIDADANIA. O que é?

"Trazer a ludicidade no ambiente sério da escola não é incompatível. É necessária a superação da idéia de que brincar se opõe a trabalhar, sendo considerado algo «fútil», explica.O professor define a ludicidadania como a prática educativa na escola e na cidade, onde são realizadas atividades lúdicas, educação para a identidade e para a singularidade. Neste caso, o educador deve se propor a acolher, nutrir, sustentar e confrontar a experiência do outro, acompanhando de forma simultânea com o que acontece consigo próprio.
Através do trabalho lúdico, o professor pode, através do grau de percepção, identificar potencialidades e lacunas na ocupação de espaços quotidianos. Com o auxílio da ludopedagogia - técnicas cujos elementos de ludicidade estimulam o prazer na aprendizagem -, o professor pode utilizar jogos e brincadeiras no processo educativo. "Para isso, o professor deve utilizar a brincadeira com algum objetivo pois, do contrário, a prática não funciona", salienta o professor Oliveira.
Um exemplo de aplicação da ludicidadania pode ser vista na peça teatral "Meu quintal", do Grupo Via Palco, formado por ex-alunos da Universidade do Estado da Bahia (Uneb). O espetáculo mostra brincadeiras como pega-pega, seu mestre mandou, cantigas de roda e estátua como uma forma de demonstrar às crianças que, além dos jogos eletrônicos e brinquedos modernos, a imaginação pode proporcionar outras formas de brincar muito divertidas. E o principal de tudo, a criança consegue trabalhar a capacidade de se relacionar com os colegas, a ter visibilidade, a compartilhar experiências e a aprender sempre com o outro e consigo mesmo. Em outras palavras, a desenvolver o companheirismo, a harmonia, a paz e a amizade.»

Fonte: Folha Dirigida Bahia


Não é uma palavra muito usada, mas, pelo texto, vemos que é um método interessante para se ensinar às crianças o verdadeiro significado do termo CIDADANIA

Emília Pinto

terça-feira, 3 de março de 2009

MUSICA PARA RELAX




Para aquietar os males da alma.....

Herminia Coelho Lopes

MINUTOS FUGAZES





De uns amigos.... passado longinquo...
Saudades....
Esperança de os encontrar. ficaram....
Outros .. indiferentes passaram....
Corpos autómatos...
Passos mais apressados....
Entraram e sairam ...
Carros, sombrios....
Rotina...
Em massa correrram ...
Em Véu translúcido do nada!
Nos mesmos trilhos.... ,
Barulhentos...
Enferrujados....
O Calendário ... rodipiou ...,
E cansou...parou.
Olhou ,mas as folhas, rasgadas,
levadas pelo vento ... nada apontou,...
teimosamente uma ou outra ficou...
Sem cor ... ,ninguém ligou....
Pensar ...que por ali tudo passou....
Hoje hà calmaria...,
o vento não sopra...,
Uma luz ténue,...percorre as ruas... ,
Não se vê o espaço por onde andaram...
Não se vêm os sorrisos, que espalharam,..
Não se vê o sonho ,que alimentaram,
Tudo não passou de um fato, que vestiram......
Mas amanhã.... quem sabe...
O Sol aquecerá .....
O Castelo que construiram ....
De mãos dadas na esperança.....
A vida terá novo rumo .....
No sorriso duma criança.....



Herminia Coelho Lopes