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Mohandas Gandhi, in 'The Words of Gandhi'
COMEÇAR DE NOVO... E CONTAR COMIGO... VAI VALER A PENA... TER AMANHECIDO... TER ME REBELADO... TER ME DEBATIDO... TER ME MACHUCADO... TER SOBREVIVIDO... TER VIRADO A MESA... TER ME CONHECIDO... TER VIRADO O BARCO... TER ME SOCORRIDO... COMEÇAR DE NOVO ......
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Parece não ter grande importância um Banco de Jardim; afinal não passa de um pedaço de madeira, ferro, parafusos e alguma tinta que, com o passar do tempo, vai desaparecendo.
Mas é muito mais que isso....este nosso mundo global tem transformado a vida " em fluxo, velocidade, excessos e o Banco de Jardim surge como " metáfora de uma civilização mais lenta, local e regenerativa, uma civilização capaz de entender que a vida não é apenas deslocar-se entre pontos, mas criar ligações profundas aos lugares".
Não há tempo a perder neste nosso mundo," é preciso correr para o trabalho, para a reunião, para o consumo e. neste movimento contínuo. deixamos para trás aquilo que verdadeiramente sustenta a vida, o respirar, o sentir, o reparar"
Correr para quê, para onde?
Procuremos, Amigos, um dos poucos bancos que existem na praça da nossa cidade e nele nos sentemos para refletirmos se vale a pena tamanha correria.
Este meu texto é baseado num artigo da revista Visão, escrito por Carlos Alberto Cupeto, geólego e professor na Universidade de Évora
Emília Pinto
Este produto, considerado " o ouro negro " faz girar o mundo e, com esta guerra no Oriente Médio, uma crise económica a nível global está a instalar-se.
Infelizmente, todos dependemos dele e uma preocupação tremenda nos assola; a cada dia que passa, os preços sobem em todos os produtos e os nossos bolsos cada vez se esvaziam mais. Mas, será este o factor que realmente importa? Claro que não!
Isto o ser humano consegue solucionar com alguma facilidade; o problema maior e que assim deveria ser considerado por todos, é a perda de vida de milhares de inocentes nestas guerras insanas; destruição, mortes, crianças a serem privadas de suas vidas normais e tantas, tantas a morrerem de fome
Vivemos num mundo de loucos e basta um deles para que fiquemos aterrorizados
Hoje, as guerras são pelo petróleo, mas, não tarda muito e serão pela falta de água
Emília Pinto