terça-feira, 12 de novembro de 2013

VIVER.....





 ....com base no amor ou no medo
 
 
"O nosso medo mais profundo é saber que somos mais poderosos do que qualquer expectativa.
Todos podemos brilhar, tal como o fazem as crianças. 
E quando deixamos que a nossa  própria luz brilhe, damos inconscientemente aos outros a oportunidade de fazerem o mesmo.
Conforme nos vamos libertando dos nossos medos a nossa presença liberta automaticamente os outros."
Marienne Williamson
 
 
 
 
Vivemos um período de mudanças exponenciais a todos os níveis. Um tempo em que, se quisermos avançar, temos de fazer como a águia: Passar por um processo de transformação profunda. As mudanças que enfrentamos não têm precedentes na história da humanidade e para lidar com elas precisamos, tal como a águia que se livra do bico, das unhas e das penas, de nos libertar de costumes, ideias, tradições, medos…
O medo… Uma das grandes amarras que domina as nossas vidas nestes tempos de incerteza: Medo do que nos espera no futuro, medo da mudança, medo da perda…
O medo, como a dor, é um reflexo natural indispensável para a sobrevivência, pois permite detetar, de antemão, circunstâncias perigosas. No entanto, na nossa espécie, o papel do medo evoluiu e expandiu-se para lá da sua missão de anteciparmos perigos tangíveis. Angustiamo-nos não só pelos nossos problemas, como pelos dos nossos familiares, amigos e desconhecidos, antecipamos situações, danos imaginários, ameaças futuras. Quanto sofrimento humano causado por males que nunca ocorreram!
O medo (e a ansiedade que se lhe associa) talvez seja um dos efeitos mais daninhos da época que vivemos. Não obstante, surge-nos, também, um efeito paralelo: O aumento da solidariedade, da consciência social em amplos setores da população.
Consciência social é a grande luz do nosso caminho futuro. Ignoramos como será o mundo dentro de cinco ou dez anos, sabemos que vai ser muito diferente, mas que os valores e princípios que alicerçam o nosso pleno viver são os mesmos. E, como diz Sergio Fernandez, “só se pode viver com base no amor ou no medo”.
"Cada decisão que tomamos, cada atividade que desenvolvemos, cada pequeno gesto... fazemo-los movidos pelo amor ou pelo medo."
O contrário do amor é, de facto, o medo.  Viver sem medos é uma decisão que nos transporta para a luz que nos resgatará destes tempos difíceis.
   
By Teresa Ferreira - ( nossa grande amiga ) do blog BEM - ESTAR - JUNTOS
 
Não é nada fácil viver sem medos, mas creio que não é difícil colocar amor " em cada pequeno gesto" do nosso dia a dia; é só " deixar que a nossa própria luz brilhe "

Emília Pinto

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

EXCERTOS........


 
"O primeiro sintoma de que estamos matando nossos sonhos é a falta de tempo. As pessoas mais ocupadas têm tempo para tudo. As que nada fazem estão sempre cansadas."

"O segundo sintoma da morte de nossos sonhos são nossas certezas. Porque não queremos olhar a vida como uma grande aventura a ser vivida, passamos a nos julgar sábios no pouco que pedimos da existência. E não percebemos a imensa Alegria que está no coração de quem está lutando."

"O terceiro sintoma da morte de nossos sonhos é a Paz. A vida passa a ser uma tarde de domingo, sem nos pedir grandes coisas e sem exigir mais do que queremos dar." 
  
"Quando renunciamos aos nossos sonhos e encontramos a paz, temos um pequeno período de tranqüilidade. Mas os sonhos mortos começam a apodrecer dentro de nós e a infestar todo o ambiente em que vivemos. O que queríamos evitar no combate, a decepção e a derrota, passa a ser o único legado de nossa covardia."

"O verdadeiro caminho da sabedoria pode ser identificado por apenas três coisas: precisa ter amor, deve ser prático, e pode ser trilhado por qualquer um."

O Diário de Um Mago


 By Pdivulg blog

PS. O sonho é o ultimo a morrer; momentos em que se desvanece, mas.... ainda acredito......

Herminia


quarta-feira, 30 de outubro de 2013

SOSSEGO


( imagem retirada do google )


"Investir no sossego do próprio coração é algo tão complexo por causa da sua simplicidade; Por ser simples é uma das coisas que mais dificulta a nossa vida.

 Investir no sossego do próprio coração é não abrir uma brecha, que poderá virar uma represa, para alguém que não está disponível afetivamente. É prestar atenção nos sinais e indícios que a pessoa dá, logo nos primeiros encontros, do tamanho do sofrimento ou da alegria que ela poderá lhe proporcionar. É saber-se só em quaisquer situações, mesmo acompanhado, pois as consequências de nossas escolhas são absolutamente nossas.

 Investir no sossego do nosso próprio coração é saber que aquilo que está doendo deverá ser extirpado e não manter apego ao sofrimento, por mais que o uso do bisturi cause quase a mesma dor. É proporcionar-se bons momentos divorciando-se de tantos lamentos. É não adiar sofrimento postergando decisões tão necessárias. É não se acomodar com a falta de excitação pelas coisas, pessoas, trabalho. É saber-se merecedor de experienciar um amor inteiro, intenso, extenso, imenso, verdadeiro... Recíproco! É aumentar, um pouquinho a cada dia, o seu tamanho. É ter a certeza e a confiança de que as coisas têm um encaixe, mas que é preciso deixar ir, ou ir ao encontro, ou conformar-se com o desencontro, ou esquecer, ou lembrar-se de outras coisas, ou relacionar-se de outra forma.

 Investe no sossego do próprio coração quem não rumina o que machuca, quem não fica descascando a ferida impedindo que a mesma cicatrize, quem não se disponibiliza de maneira subserviente e em tempo integral ao ponto de ser desvalorizado ou descartável, quem não aceita menos do que merece: coisas pela metade.

 Investe no sossego do próprio coração quem sofre, grita, chora, mas cresce! Quem não se repete, quem se surpreende consigo mesmo, quem trabalha o desapego, quem se abre para as coisas que possuem mais calor e sensibilidade

 Investir no sossego do próprio coração é coisa que não vem com a idade, mas com a ideia de que se pode vivenciar um momento de paz e repouso, é desocupar o peito para abrir espaço para o novo, é entregar-se ao desconhecido com inocência e totalidade, é não ter medo de pronunciar verdades, é ser honesto consigo, com o outro

 Investe no sossego do próprio coração quem não se contenta com pouco."


  Marla de Queiroz -  autora do livro Quando as palavras se abraçam, é brasiliense que reside no Rio de Janeiro e também autora de Flores de Dentro . Formou-se em jornalismo e exerce a poesia encontrada nas paisagens. Quando morrer, pediu para escreverem em sua lápide: “aqui jaz uma poeta que morreu de rir.”


 Gostei muito deste texto e para mim, os pontos que destaco como mais importantes para o sossego dos nossos corações são : "... proporcionar-se bons momentos divorciando-se de tantos lamentos... abrir-se para as coisas que possuem mais calor e sensibilidade....desocupar o peito para abrir espaço para o novo e principalmente não ter medo de pronunciar verdades e ser honesto consigo e com o outro Se  Marla Queiroz vive tentando sempre" morrer de rir " com certeza que está a Investir no sossego do próprio coração

Emília Pinto

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

PROIBIDO






É Proibido... chorar sem aprender. Levantar-se um dia sem saber o que fazer. Ter medo de suas lembranças. Não rir dos problemas. Não lutar pelo que se quer. Abandonar tudo por medo. Não transformar sonhos em realidade. Não demonstrar amor. Fazer com que alguém pague por tuas dúvidas e mau humor.
É Proibido... deixar os amigos e só chamá-los somente quando necessita deles. Não ser você mesmo diant...e das pessoas. Fingir que elas não te importam. Ser gentil só para que se lembrem de você. Esquecer aqueles que gostam de você. Não fazer as coisas por si mesmo. Ter medo da vida e de seus compromissos. Não viver cada dia como se fosse um último suspiro.
É Proibido... sentir saudades de alguém sem se alegrar. Esquecer seus olhos, seu sorriso, só porque seus caminhos se desencontraram. Esquecer seu passado e pagá-lo com seu presente. Não tentar compreender as pessoas. Não saber que cada um tem seu caminho e sua sorte. Deixar de dar graças a Deus por sua vida. Não ter um momento para quem necessita de você. Não compreender que o que a vida te dá, também te tira.
É Proibido... não buscar a felicidade. Não viver sua vida com uma atitude positiva. Não pensar que podemos ser melhores...

Pablo Neruda

PS. Mesmo  contra todas as agruras, sonhar  faz por instantes a vida melhor.

Herminia

terça-feira, 15 de outubro de 2013

PAPA FRANCISCO ÀS CLARAS



Resolvi partilhar convosco este video que me chegou através de um e-mail.
Um verdadeiro líder que temos agora na religião Católica, ou melhor, em todo o mundo, dado que ele considera que o homem precisa de cuidados, independentemente da religião que professa. Assim como Madre Teresa, ele quer Todos a trabalharem pelos mais necessitados e desprotegidos

Que a vida lhe dê tempo para mudar a Igreja, mas principalmente que lhe dê força e coragem para enfrentar os poderosos que o cercam.

Emília Pinto

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

SEMPRE O AMOR, NÃO ESQUEÇAM!



O dia mais belo? Hoje.
A coisa mais fácil? Errar.
O maior obstáculo? O medo.
O maior erro? O abandono.
A raiz de todos os males? O egoísmo.
A distracção mais bela? O trabalho.
A pior derrota? O desânimo.
A primeira necessidade? Comunicar-se
O que mais lhe deve fazer feliz? Ser útil aos demais.
O maior mistério? A morte.
Nosso pior defeito? O mau humor.
A pessoa que nos é mais perigosa? A mentirosa.
O sentimento mais ruim? O rancor.
O presente melhor? O mais belo que possamos dar: o perdão.
O bem mais imprescindível? O lar
A rota mais rápida? O caminho certo.
A sensação que nos é mais agradável? A paz interior.
A maior satisfação? O dever cumprido.
O que nos torna mais humanos, mais tolerantes? A dor.
Os melhores professores? As crianças.
As pessoas mais necessárias? Os pais.
A força mais potente do mundo? A fé.
A mais bela de todas as coisas? O amor...sempre o amor!

 (Madre Teresa de Calcutá)

O dia mais belo é o de hoje, pois é o único que temos como garantido Num só dia muitas emoções vivemos... boas e menos boas, algumas até doídas demais. A melhor sensação acredito mesmo que seja a paz interior. Terminar o dia com essa sensação é o melhor que podemos desejar, mesmo que o dia tenha sido de aflições...de desilusões; se a elas soubermos juntar o amor e o perdão com certeza que dormiremos tranquilos, com a consciência em paz e com muita mais no dia de amanhã, se o tivermos.  Não é fácil perdoar quando sentimos o rancor...a mentira...a desilusão, mas se o conseguirmos fazer, os maiores beneficiados seremos com certeza nós.

 Hermínia


terça-feira, 1 de outubro de 2013

O HOMEM....





... materializou-se e corrompeu-se

Que tem feito a sociedade há três séculos a favor da parte moral do homem? Nada! Querer iluminar o homem, tirar-lhe ilusões. E tiradas essas ilusões, que sucedeu? O homem materializou-se, e a sociedade corrompeu-se. Vejamos que progressos materiais obtivemos nesses três séculos: obtivemos as aplicações do vapor, a química fez passos de gigante, as ciências naturais chegaram quasi à perfeição, os resultados científicos e artísticos simplificaram-se, inventou-se o galvanismo, o telégrafo eléctrico, a fotografia, desapareceram as distâncias, o comércio reina dominador sobre todos, somos engolfados em prosperidade material, e ao mesmo tempo somos muito infelizes.

 Dom Pedro V, in 'Escritos de El-Rei D.Pedro V'


E o progresso material foi aumentando cada vez mais e nada ou muito pouco se alterou na parte moral do homem. Se já assim pensava D. Pedro V, como podemos continuar a ter esperanças de que as atitudes do ser humano mudem? É muito difícil!!!

Emília Pinto