domingo, 7 de junho de 2026

O BANCO DE JARDIM

 Imagem Pixabay


Parece não ter grande importância um Banco de Jardim; afinal não passa de um pedaço de madeira, ferro, parafusos e alguma tinta que, com o passar do tempo, vai desaparecendo.

Mas é muito mais que isso....este nosso mundo global tem transformado a vida " em fluxo, velocidade,  excessos e o Banco de Jardim surge como " metáfora  de uma civilização mais lenta, local e regenerativa, uma civilização capaz de entender que a vida não é apenas deslocar-se entre pontos, mas criar ligações profundas aos lugares".

Não há tempo a perder neste nosso mundo," é preciso correr para o trabalho, para a reunião, para o  consumo e. neste movimento contínuo. deixamos para trás aquilo que verdadeiramente sustenta a vida, o respirar, o sentir, o reparar"

Correr para quê, para onde?


Procuremos, Amigos, um dos poucos bancos que existem na praça da nossa cidade e nele nos sentemos para refletirmos  se vale a pena tamanha correria.



Este meu texto é baseado num artigo da revista Visão, escrito por Carlos Alberto Cupeto, geólego e professor na Universidade de Évora


Emília Pinto




 




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