terça-feira, 21 de setembro de 2010

JUNTEMO-NOS PARA....


...tentar mudar a nossa sociedade.(A VERDADE É POR VEZES DOLOROSA!)




Precisa-se de matéria prima para construir um País
Eduardo Prado Coelho - in Público


A crença geral anterior era de que Santana Lopes não servia,
bem como Cavaco, Durão e Guterres.
Agora dizemos que Sócrates não serve.
E o que vier depois de Sócrates também não servirá para nada.
Por isso começo a suspeitar que o problema não está no trapalhão
que foi Santana Lopes ou na farsa que é o Sócrates.
O problema está em nós. Nós como povo.
Nós como matéria prima de um país.
Porque pertenço a um país onde a ESPERTEZA é a moeda
sempre valorizada, tanto ou mais do que o euro.
Um país onde ficar rico da noite para o dia é uma virtude mais apreciada do que formar uma família
baseada em valores e respeito aos demais.
Pertenço a um país onde, lamentavelmente, os jornais jamais
poderão ser vendidos como em outros países, isto é,
pondo umas caixas nos passeios onde se paga por um só jornal
E SE TIRA UM SÓ JORNAL,
DEIXANDO-SE OS DEMAIS ONDE ESTÃO.
Pertenço ao país onde as EMPRESAS PRIVADAS são fornecedoras particulares
dos seus empregados pouco honestos, que levam para casa, **
como se fosse correcto, folhas de papel, lápis, canetas, clips e tudo o que
possa ser útil
para os trabalhos de escola dos filhos... e para eles mesmos.
Pertenço a um país onde as pessoas se sentem espertas porque
conseguiram comprar um descodificador falso da TV Cabo,
onde se frauda a declaração de IRS para não pagar ou pagar menos impostos.
Pertenço a um país:
-Onde a falta de pontualidade é um hábito;
-Onde os directores das empresas não valorizam o capital humano.
-Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as pessoas atiram lixo nas
ruas e, depois,
reclamam do governo por não limpar os esgotos.
-Onde pessoas se queixam que a luz e a água são serviços caros.
-Onde não existe a cultura pela leitura (onde os nossos jovens dizem que
é 'muito chato ter que ler') e não há consciência nem memória
política, histórica nem económica.
-Onde os nossos políticos trabalham dois dias por semana para aprovar
projectos e leis
que só servem para caçar os pobres, arreliar a classe média
e beneficiar alguns.
Pertenço a um país onde as cartas de condução e as declarações médicas
podem ser 'compradas', sem se fazer qualquer exame.
-Um país onde uma pessoa de idade avançada, ou uma mulher com uma criança
nos braços,
ou um inválido, fica em pé no autocarro, enquanto a pessoa que está sentada
finge que dorme para não lhe dar o lugar.
-Um país no qual a prioridade de passagem é para o carro
e não para o peão.
-Um país onde fazemos muitas coisas erradas,
mas estamos sempre a criticar os nossos governantes.
Quanto mais analiso os defeitos de Santana Lopes e de Sócrates,
melhor me sinto como pessoa, apesar de que ainda ontem
corrompi um guarda de trânsito para não ser multado.
Quanto mais digo o quanto o Cavaco é culpado, melhor sou eu como português,
apesar de que ainda hoje pela manhã explorei um cliente que confiava em
mim,
o que me ajudou a pagar algumas dívidas.

Não. Não. Não. Já basta.
Como 'matéria prima' de um país, temos muitas coisas boas,
mas falta muito para sermos os homens e as mulheres que o nosso país
precisa.
Esses defeitos, essa 'CHICO-ESPERTICE PORTUGUESA' congénita,
essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui

até se converter em casos escandalosos na política, essa falta de
qualidade humana,
mais do que Santana, Guterres, Cavaco ou Sócrates,
é que é real e honestamente má, porque todos eles são portugueses como nós,
ELEITOS POR NÓS. Nascidos aqui, não noutra parte...

Fico triste.
Porque, ainda que Sócrates se fosse embora hoje,
o próximo que o suceder terá que continuar a trabalhar com a mesma matéria
prima
defeituosa que, como povo, somos nós mesmos.
E não poderá fazer nada...
Não tenho nenhuma garantia de que alguém possa fazer melhor,
mas enquanto alguém não sinalizar um caminho destinado a
erradicar primeiro os vícios que temos como povo, ninguém servirá.
Nem serviu Santana, nem serviu Guterres, não serviu Cavaco,
nem serve Sócrates e nem servirá o que vier.
Qual é a alternativa ?
Precisamos de mais um ditador, para que nos faça cumprir a lei
com a força e por meio do terror ?
Aqui faz falta outra coisa. E enquanto essa 'outra coisa' não comece
a surgir de baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro para os
lados,
ou como queiram, seguiremos igualmente condenados,
igualmente estancados... igualmente abusados !
É muito bom ser português. Mas quando essa portugalidade autóctone começa
a ser um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento
como Nação, então tudo muda...
Não esperemos acender uma vela a todos os santos,
a ver se nos mandam um messias.

Nós temos que mudar. Um novo governante com os mesmos portugueses
nada poderá fazer
.
Está muito claro... Somos nós que temos que mudar.
Sim, creio que isto encaixa muito bem em tudo o que anda a acontecer-nos:
Desculpamos a mediocridade de programas de televisão nefastos e,
francamente, somos tolerantes com o fracasso.
É a indústria da desculpa e da estupidez.
Agora, depois desta mensagem, francamente, decidi procurar o responsável,
não para o castigar, mas para lhe exigir (sim, exigir)
que melhore o seu comportamento e que não se faça de mouco,
de desentendido.

Sim, decidi procurar o responsável e ESTOU SEGURO DE QUE O ENCONTRAREI
QUANDO ME OLHAR NO ESPELHO.


AÍ ESTÁ. NÃO PRECISO PROCURÁ-LO NOUTRO LADO.

E você, o que pensa ?... MEDITE !

Eu acho que ele tem toda a razão!

Emília Pinto





23 comentários:

  1. È! Ele tem toda a razão. E o que eu achei pior de tudo é que o seu relato parece mais um espelho a refletir a situação política brasileira. Se havia dúvidas, agora fica claro que mais do que nunca somos filhos de Portugal até nesses assuntos ...

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  2. Olá

    Subscrevo.
    A infeliz realidade do nosso País:

    Onde está a matéria prima?
    Fora do país!
    Onde estão as alternativas?
    Não temos!

    Neste momento estou totalmente desanimada...não me vejo nesse espelho!

    Bjs.

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  3. Oi Anabela! Pensavas que era só no Brasil? Não, amiga...aqui não é diferente. Ainda temos muito a aprender sobre a palavra cidadania; enquanto não formos verdadeiros cidadãos, não há governo que dê jeito. Um beijinho e obrigada pela visita
    Emília

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  4. O pior, é isso mesmo, Monalisa...não temos alternativa. Também me sinto desanimada e, infelizmente vemos todas estas coisas na nossa sociedade; acho que está um retrato fiel. Um beijinho e obrigada pelo belo comentário
    Emília

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  5. Oi Emilia!
    Que ele tem razão tem, tem toda, mas onde está a corrupcção?
    Onde estão os maoires escandalos? É no pobre que estende a mão, é na classe, que não pode fugir aos impostos?.
    claro que as mudanças são precisas, para dar novas chances , janelas abertas para haver ventilação,
    Primeiro começar pela educação, teremos os homens do amanhã serão os nosso governantes.
    Até breve
    Herminia

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  6. É complicado este tema...e ele tem razão!
    Somos o país do "desenrrasca" porque não temos lei...nem roque! Criticamos todos e ninguém nos serve... Procedemos como este país não vosso nosso..Eles que resolvam...não foi para isso que os pusemos lá? Faço os meus descontos a tempo e horas, portanto lavo daí as minhas mãos!
    É um tribunal muito peculiar...passa nele toda a gente...menos nós!!
    Mas o povo esmagado já com tantos apertos, olha para cima e segue o exemplo: "Se eles podem ser corruptos, ganhando tanto...porque não nós também??" E é um ciclo vicioso...do qual não vejo saída...Por isso, é que tambem somos um povo do "Aguenta"!
    Poderemos ainda sonhar? Será o que nos resta...
    Beijos
    Graça

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  7. Claro, Hermínia, para termos a tal matéria prima temos que investir na educação, mas ela tsmbém anda pelas ruas da amargura; o governo cada vez investe menos nessa área e os pais não sabem educar em casa. É um problema! Beijinhos e até breve
    Emília

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  8. Educar as pessoas para que sejam uns bons cidadãos é como educar crianças...o exemplo tem de vir de cima e infelizmente não vem. Mas nós temos sempre a hipótese de escolher os nossos governantes, mas aí, falta-nos alternativa e mais uma vez falta cidadania, pois a maioria das pessoas nerm se dá ao trabalho de ir às urnas. O que nos resta, Graça, de facto é fazermos a nossa parte e sonharmos com tempos melhores. Obrigada pelo comentário e um beijinho
    Emília

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  9. não só em Portugal, mas aqui também falta essa matéria...estamos tristemente sem lugar para ir

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  10. Infelizmente é essa a realidade em países como o nosso, o vosso e outros do mesmo padrão de desenvolvimento; falta-nos matéria prima, porque ainda há muito a fazer na área mais importante que é a educação. Obrigada, Ediney pela visita e comentário.Um beijinho e até breve
    Emília

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  11. Olá. Muito interessante, sim e com toda a razão.
    Enquanto nos mantivermos bem instalados à espera que os outros resolvam os nossos problemas, jamais isto melhorará.
    O que lamento é que todos se queixam, mas ninguém faz nada por si mesmo.
    O vício já está nas veias.
    Mas temos que recriar os nosso hábitos de valor, respeito, dignidade, poupança, educação, prevenção, sociabilização.
    O mundo mudou. Há mais qualidade de vida, mas perdeu-se o valor do sacrifício.
    Nem sei que dizer mais. Quando ouvi hoje a derrapagem e o que o Estado paga, fiquei "oca" e temerosa.
    Beijinho

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  12. Meu blog mudou de endereço, o novo é:
    http://vemcaluisa.blogspot.com/
    :)

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  13. Pois é cantinho, enquanto ficarmos à espera que façam mtudo por nos, o país não sai da cepa torta. Temos que fazer a nossa parte em vez de ficarmos aí só com queixinhas.Hoje ninhuém está disposto a fazer sacrificios, mem seq2uer para fazer uma poupançazinha; o governo que resolva...se não houver dinheiro, faz-se um empréstimo, até para ir de férias e de preferência para o estrangeiro. Um beijinhpo e..tens razão...nem sabemos o que dizer!!!
    Emília

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  14. Oi Vanessa. Obrigada pelo aviso. Um beijinho e até breve
    Emília

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  15. Boa noite Emília

    Parece o relato do Brasil e seu trem da alegria, onde desfila o PRESIDENTE, sua comitiva, sua candidata praticamente eleita, e que enfiará o pobre cada vez mais para dentro do precipício, e continuará engordando suas contas bancárias internacionais, e colocando seus parentes em altos cargos.
    Sabe quanto custa o plano de saúde dos políticos, deputados, senadores, e toda a família com raízes desde o século 18? Em torno de 35 mil reais, por mes, para cada um.

    E cada um pode colocar quantos agregados quiser, então serão 35 mil para cada agregado.

    E o povo, nem pode mais chegar perto dos médicos nos centros de saúde, primeiro tem que contar a história da vida e da doençã para enfermeiros recém-formados, despreparados, que agendam com muita relutancia uma consulta com clinico geral, para daqui uns dois a tres meses.

    E os funcionários públicos? Na grande maioria são desleixados, mal-humorados, mal-remunerados, e tratam os usuários como bichos.

    Salvo raras excessões, uma delas sou eu,que trato os meus pacientes, as pessoas que me procuram da maneira como gostaria que fossem tratados meus pais.

    Sabe porque entrei p SAUDE PUBLICA? Porque vi minha mãe jogada no leito de morte, fedendo podre, sem banho, sem curativo, com COM INDUZIDO a pedido meu e minha irmã, que não aguentávamos mais ver o sofrimento. O médico que tratava dela disse: todas as pessoas que tem cancer morrem gritando de dor. Voces acham que sua mãe é diferente? não vou receitar morfina...

    Retiramos a mãe do hospital particular, e levamos para hospita público, onde um médico negro, um anjo a recebeu com amor e carinho.

    Depois chegou a vez de meu marido, pai de meu filho. E então pénsei: agora chega! Vou para a saúde e tratar gente como gente. E faço isso com maior respeito pelo ser humano, e por DEUS.

    Beijos.

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  16. Muito interessante esse seu comentário, Sonia e muito obrigada. Felizmente que ainda há anjos no nosso caminho e costumo dizer que não importa se é privado ou público, o que interessa é a matéria prima que lá se encontra, seja ela médicos, enfermeiros ou simples empregados. Verdadeiros cidadãoe e profissionais que sabem que o seu dever é tratar todoa a gente com respeito. Um beijinho e até breve. Fiquemos sempre com esperança de que as coisas mudem!
    Emília

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  17. Essa não é a realidade de seu Pais!
    Mas sim do meu pais
    Do pais vizinho
    Do pais da outra extremidade.
    Infelismente todos hão de concordar , que os problemas descritos são sofridos pelo mundo todo.
    E o erro está no proprio ser Humano.

    Diz um versículo biblico: O homem tem dominado o homem para o seu proprio prejuizo.

    Ai esta o resultado.

    Aqui no Brasil é epoca de eleição. Todos os santos aparecem prometendo arrumar o pais... Prometo melhorar isso... melhorar aquilo... e assim se vai..... passa-se quatro anos e o mundo acaba pior do que estava.

    Beijos amiga.

    Andresa

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  18. Tens toda a razão, Andresa e é isso mesmo o que o texto diz. Enquanto o ser humano não mudar, não há político que dê jeito, pois ele tb é feito da mesma massa. Temos que investir muito nos mais pequenos para ver se a mentalidade deles muda, mas se a dos educadores e pais está da mameira que vemos hoje, sem capacidade para educar, como podemos ter esperança? As eleições aí estão à porta e nem sequer vai mudar a linha do govermo; As perspectivas, na minha opinião não
    são nada boas, mas se é isso o que o povo quer, que se há-de fazer?. Beijinhos, Andresa e obrigada pelo belo comentário
    Emília

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  19. Excelentes comentários. Seu relato é o próprio Brasil, um país dividido em três: Neles que vivem no mundo da felicidade e corrupção, nos pobres que se sentem hoje o máximo por causa de uma bosa família e nós, que trabalhamos para empurrar o país. E pagamos, pagamos, pagamos.
    Nunca vi em toda minha história uma eleição tão cega como esta.

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  20. corrigindo: bolsa família e outras bolsas tb.

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  21. Obrigada, Eliane. Aos bons comentários junta-se o seu que também está excelente. Este relato é o retrato da sociedade actual e penso que não difere muito de um país para o outro, pois o ser humanos é feito da mesma matéria que, na minha opinião está com uma qualidade cada vez pior.Aqui não há bolsa família, mas há coisa parecida, embora, por causa do deficit estejam a cortar cada vez mais nos benefícios. Por outro lado, penso que deveriam cortar nos salários exorbitantes dos politicos, dos gestores publicos, nas mordomias etc, etc. Claro que os tais subsidios que vieram para ajudar os necessitados acabam por serem aproveitados por pessoas sem escrúpulos que não precisasm mas aproveitam a falta de fiscalização para receber uns míseros trocos. É por isso que dou razão ao autor do texto...o ser humano tem de mudar a sua mentalidade, se não, não há jeito de se resolverem as desigualdades e ajudar os mais desfavorecidos. Um beijinho e obrigada pela visita

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  22. Pois minha amiga, o problema deste país está na pouca vontade de trabalhar, o que faz falta são uns feriados, umas pontes, umas feriazinhas, uma desculpa para chegar atrasado e outra para sair mais cedo...E isto começa nos altos cargos da nação, que para executarem seja o que for discutem, discutem, outros dormem, outros entretanto estão a trabalhar noutro lado, jogam no computador e para isso precisam de 300 deputados, quando metade era mais do que suficiente, e os ministros, vários secretários de estado e vários adjuntos...enfim, uma máquina infernal que se multiplica por muitos e muitos, cuja factura, são os pobres que trabalham por conta de outrem e não podem fugir aos impostos. Cortar na despesa pública, temos pena...temos é que aumentar os impostos que o "zézinho" até refila pouco e paga de avanço, todos os mesinhos no recibo do ordenado.
    Depois a má gestão nas empresas que procuram o lucro imediato, levando-as à insolvência e deixando milhares de famílias no limiar da pobreza.
    Estou muito desiludida com este país, no desemprego e sem solução à vista, por muito que responda a anúncios, ninguém quer saber das minhas respostas, da minha experiência profissional, das minhas qualificações, sou um peso morto para a sociedade laboral, tenho mais de 40 anos. Por isso, não admira que a matéria prima, a boa, fuja para países, onde lhes é reconhecido o devido valor e quase nunca voltam.

    Toda a vida trabalhei e muito e no duro. Não vejo qualquer resultado do meu esforço. Queria ter acabado o meu curso e ter emigrado, quem sabe para a Austrália...

    Beijos amiga
    Margarida

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  23. Belo comentário, Margarida. Como tu, infelizmente há muita gente afectada pelos incompetentes tanto na política quanto nas empresas. Os jovens também estão a ser muito prejudicados; tenho uma filha com uma licenciatura, sempre com optimos resultados, excelente trabalhadora e que anda ainda a trabalhar precáriamente há anos, agradecendo o facto de não estar parada e de ter uns pais que a podem ajudar, pois o pouco que ganha nem dá para a gasolina que gasta. Isto tudo porque o governo sempre resolve cortar orçamentos nas areas mais importantes da nossa sociedade, em vez de diminuir as despesas acabando com todos esses desperdicios que enumeraste. Agora resolveu também não pagar os medicamentos aos idosos e assim vai...Também ando muito desanimada com a actual situação e o pior é que não vejo soluções à vista. As mentalidades têm que mudar; tem que se deixar de pensar só no dinheiro, no lucro fácil e começar a pensar que temos que ser uns para os outros e que não podemos viver fazendo falcatruas. Os patrões precisam dos empregados e estes dos patrões, por isso há que darem as mãos e trabalharem em conjunto.Espero sinceramente, Margarida, que não desistas e que consigas dar a volta. Nós somos a tal matéria prima que é necessária para que o país caminha e não desistir de lutar e de reivindicar é um dos nossos deveres de cidadãos. Força, amiga e obrigada pela visita Um beijinho

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