quarta-feira, 12 de maio de 2010

É caso para se dizer, que temos talento!

Não posso deixar de colocar este post...

A minha mãe esteve de parabéns ontem e como todos os anos a família junta-se.

Depois das velas apagadas deu-se inicio ao espectáculo...

Digam lá se ela não é fantástica?

POR AQUI...




Há pouco mais de uma hora foi o meu aniversário.
Não nasci em berço de ouro, mas nasci num berço ,que me deixou ver a claridade e o sol raiou e fez-me mulher.
Já foi há muitos muitos anos atràs, pisei um caminho ,que não foi muito facil, mas também não dá para muitas lamentações, alguns precalços, coisas da vida para as quais nunca estamos preparadas, mas com um FIM FELIZ.
Sei, que ainda sou precisa... dar colo às filhas e colinho à neta! .
Sei que amo e sei que sou amada!
Defeitos tenho, como todo o ser humano !
Sou normal... afinal!
Amigos também os conto com orgulho, escutam-me ,quando eu preciso.!
Por isso agradeço a todos, aqueles que me querem bem e que me ajudam a contornar certos pedregulhos , que sem contar caem no meu caminho!
Que Deus me abencoe!
AQUELE ABRAÇO ,contem comigo!

Herminia

sábado, 8 de maio de 2010

NENHUMA FLOR


Há muito, muito tempo, um príncipe de um grande país, em vésperas de ser coroado imperador, precisava, para cumprir a lei, de se casar.
Resolveu, então, escolher uma entre todas as raparigas da corte e do país. Fez, pois, anunciar que receberia numa celebração especial todas as pretendentes e que nessa altura lançaria um desafio.
Uma mulher, serva do palácio havia muitos anos, ouviu comentários acerca dos preparativos da festa e deixou cair uma lágrima. Conhecia bem o amor que a sua filha tinha pelo príncipe.
Quando, em casa, contou à filha a novidade, surpreendeu-se com a reacção.
– Minha filha querida, que vais lá fazer? Estarão presentes as mais belas e ricas raparigas da corte. Não transformes o teu sofrimento em loucura.
Mas a filha respondeu:
– Não, mãe, não sofro nem estou louca. Sei que jamais poderei ser a escolhida, mas assim terei oportunidade de ficar, pelo menos alguns momentos, perto do príncipe. E isso já me torna feliz.
Na noite marcada, chegou ao palácio. O brilho das luzes não conseguia ofuscar os vestidos, as jóias e os penteados das pretendentes.
O príncipe não demorou a lançar o desafio:
– Darei a cada uma de vós uma semente. Aquela que, dentro de seis meses, me trouxer a mais bela flor será minha esposa e a futura imperatriz.
O tempo passou. A nossa menina não tinha muita habilidade na arte da jardinagem, mas cuidava da sua semente com paciência e ternura. Sabia que, se a beleza da flor surgisse na mesma medida do seu amor, não precisaria de se preocupar com o resultado.
Mas passaram três meses e nada surgiu; seis meses, e a semente não se transformou em flor…
Mesmo assim a rapariga voltou ao palácio no dia combinado. Estava feliz com a perspectiva de passar mais alguns instantes na companhia do príncipe. Nada mais esperava. Chegou ao palácio com o vaso vazio…
Todas as outras raparigas apareceram com flores belíssimas, das mais variadas formas, cores e cheiros. O palácio transformara-se num imenso jardim.
Chegou finalmente o momento esperado. O príncipe passou junto de todas as pretendentes, observando com muito cuidado todas as flores. Quem o conhecia bem notou-lhe no olhar uma sombra de divertimento.
Por fim, anunciou que a sua futura esposa seria… a menina que não trazia flor.
Ora, isto provocou as mais variadas reacções de espanto. Por isso, o príncipe quis explicar a sua escolha:
– Esta menina foi a única que cultivou a flor que torna uma pessoa digna de se tornar imperatriz: a flor da honestidade. Porque todas as sementes que entreguei eram estéreis…
Paulo Geraldo
PS. AMIGOS : simplicidade e hosnestidade, que sejam sempre o lema das nossas vidas
Herminia.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

PARA REFLECTIR!





O pensamento abaixo foi ESCRITO POR ADRIAN ROGERS NO ANO DE 1931 !!!





"É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade.
Por cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber..
O governo não pode dar para alguém aquilo que não tira de outro alguém.
Quando metade da população entende a idéia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.
É impossível multiplicar riqueza dividindo-a."

Adrian Rogers, 1931


Emília Pinto

domingo, 2 de maio de 2010

Comos surgiu o DIA DAS MÃES?




As mais antigas celebrações do Dia da Mãe remontam às comemorações primaveris da Grécia Antiga, em honra de

Rhea, mulher de Cronos e Mãe dos Deuses. Em Roma, as festas comemorativas do Dia da Mãe eram dedicadas a Cybele, a Mãe dos Deuses romanos, e as cerimónias em sua homenagem começaram por volta de 250 anos antes do nascimento de Cristo.

Durante o século XVII, a Inglaterra celebrava no 4º Domingo de Quaresma (40 dias antes da Páscoa) um dia chamado “Domingo da Mãe”, que pretendia homenagear todas as mães inglesas. Neste período, a maior parte da classe baixa inglesa trabalhava longe de casa e vivia com os patrões. No Domingo da Mãe, os servos tinham um dia de folga e eram encorajados a regressar a casa e passar esse dia com a sua mãe.


À medida que o Cristianismo se espalhou pela Europa passou a homenagear-se a “Igreja Mãe” – a força espiritual que lhes dava vida e os protegia do mal. Ao longo dos tempos a festa da Igreja foi-se confundindo com a celebração do Domingo da Mãe. As pessoas começaram a homenagear tanto as suas mães como a Igreja.

Nos Estados Unidos, a comemoração de um dia dedicado às mães foi sugerida pela primeira vez em 1872 por Julia Ward Howe e algumas apoiantes, que se uniram contra a crueldade da guerra e lutavam, principalmente, por um dia dedicado à paz.

A maioria das fontes é unânime acerca da ideia da criação de um Dia da Mãe. A ideia partiu de Anna Jarvis, que em 1904, quando a sua mãe morreu, chamou a atenção na igreja de Grafton para um dia especialmente dedicado a todas as mães. Três anos depois, a 10 de Maio de 1907, foi celebrado o primeiro Dia da Mãe, na igreja de Grafton, reunindo praticamente família e amigos. Nessa ocasião, a sra. Jarvis enviou para a igreja 500 cravos brancos, que deviam ser usados por todos, e que simbolizavam as virtudes da maternidade. Ao longo dos anos enviou mais de 10.000 cravos para a igreja de Grafton – encarnados para as mães ainda vivas e brancos para as já desaparecidas – e que são hoje considerados mundialmente como símbolos de pureza, força e resistência das mães.

Segundo Anna Jarvis seria objectivo deste dia tomarmos novas medidas para um pensamento mais activo sobre as nossas mães. Através de palavras, presentes, actos de afecto e de todas as maneiras possíveis deveríamos proporcionar-lhe prazer e trazer felicidade ao seu coração todos os dias, mantendo sempre na lembrança o Dia da Mãe.

Face à aceitação geral, a sra. Jarvis e os seus apoiantes começaram a escrever a pessoas influentes, como ministros, homens de negócios e políticos com o intuito de estabelecer um Dia da Mãe a nível nacional, o que daria às mães o justo estatuto de suporte da família e da nação.

in Mensagens virtuais



A todas as Mãe que nos visitam os nossos parabéns e um beijinho muito especial

Emília e Hermínia

terça-feira, 27 de abril de 2010

DOR!







Tão forte...não bate à porta!
Entra , invade, sofoca....
Rasga o peito, pulsa o coração..
Instala-se leva à loucura ...
Sem perdão!
Como navalha, esquarteja o ser!
Despe a alma veste-a de medo.
Traz sofrimento e faz doer....
Desfaz a vida...
Vem o negro da amargura....
Soltam-se os gritos na noite escura....


Herminia

segunda-feira, 26 de abril de 2010

COMO É BOM RECORDAR!!!!




Dedico à minha amiga Hermínia e a todos os que se identificam com as músicas desta época.


Um beijinho

Emília