domingo, 3 de maio de 2009

DIA DA MÃE





Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.




O Dia das Mães também designado de Dia da Mãe teve a sua origem no princípio do século XX, quando uma jovem americana, Anna Jarvis, perdeu sua mãe e entrou em completa depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a ideia de perpetuar a memória da mãe de Annie com uma festa. Annie quis que a homenagem fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas. Em pouco tempo, a comemoração e consequentemente o Dia das Mães se alastrou por todo Estados Unidos e, em 1914, sua data foi oficializada pelo presidente Woodrow Wilson: dia 9 de Maio.
Em Portugal, o Dia das Mães é celebrado no primeiro domingo de Maio. Já no Brasil, é celebrado no segundo domingo de Maio, conforme decreto assinado em 1932 pelo presidente Getúlio Vargas.
Em Israel o dia da mãe deixou de ser celebrado, passando a existir o dia da família em Fevereiro.


PS Todos os dias a mãe nos afaga num beijo, numa carícia ou ate ´por vezes num raspanete ,,,são as nossas mães.....
Um Beijos a todas as Mães .
PARA TI MÂE , QUE JÁ PARTISTE ...UM GRANDE BEIJO....

Herminia Coelho Lopes

O LIVRO



Dos diversos instrumentos do homem, o mais assombroso é, indubitavelmente, o livro. Os outros são extensões do seu corpo. O microscópio e o telescópio são extensões da vista; o telefone é o prolongamento da voz; seguem-se o arado e a espada, extensões do seu braço. Mas o livro é outra coisa: o livro é uma extensão da memória e da imaginação. Em «César e Cleópatra» de Shaw, quando se fala da biblioteca de Alexandria, diz-se que ela é a memória da humanidade. O livro é isso e também algo mais: a imaginação. Pois o que é o nosso passado senão uma série de sonhos? Que diferença pode haver entre recordar sonhos e recordar o passado? Tal é a função que o livro realiza.
(...) Se lemos um livro antigo, é como se lêssemos todo o tempo que transcorreu até nós desde o dia em que ele foi escrito. Por isso convém manter o culto do livro. O livro pode estar cheio de coisas erradas, podemos não estar de acordo com as opiniões do autor, mas mesmo assim conserva alguma coisa de sagrado, algo de divino, não para ser objecto de respeito supersticioso, mas para que o abordemos com o desejo de encontrar felicidade, de encontrar sabedoria.


Jorge Luís Borges, in 'Ensaio: O Livro'
PS. Todos os livros têm sempre algo , que nos desperta....são companhias indespensáveis.....
Herminia Coelho Lopes.

sábado, 2 de maio de 2009

GRANDE HOMEM...





"Quem faz jus ao título de "grande homem"?

Não sei... O homem inteligente? Não basta ter inteligência para ser grande... O homem poderoso? Há poderosos mesquinhos... O homem religioso? Não basta qualquer forma de religião...Podem todos esses homens possuir muita inteligência, muito poder, e muita religiosidade - e nem por isso são grandes homens. Pode ser que lhes falte certo vigor e largueza, certa profundidade e plenitude, indispensáveis à verdadeira grandeza. Podem os inteligentes, os poderosos, os virtuosos não ter a verdadeira liberdade de espírito... Pode ser que as suas boas qualidades não tenham essa vasta e leve espontaneidade que caracteriza todas as coisas grandes. Pode ser que a sua perfeição venha mesclada de um quê de acanhado e tímido, com algo de teatral e violento. O grande homem é silenciosamente bom... É genial - mas não exibe gênio... É poderoso - mas não ostenta poder... Socorre a todos - sem precipitação... É puro - mas não vocifera contra os impuros... Adora o que é sagrado - mas sem fanatismo... Carrega fardos pesados - com leveza e sem gemido... Domina - mas sem insolência... É humilde - mas sem servilismo... Fala a grandes distâncias - sem gritar... Ama - sem se oferecer... Faz bem a todos - antes que se perceba... "Não quebra a cana fendida, nem apaga a mecha fumegante - nem se ouve o seu clamor nas ruas..." Rasga caminhos novos - sem esmagar ninguém... Abre largos espaços - sem arrombar portas... Entra no coração humano - sem saber como... Tudo isso faz o grande homem, porque é como o Sol - esse astro assaz poderoso para sustentar um sistema planetário, e assaz delicado para beijar uma pétala de flor.."

Huberto Rohden
nunoferreira.blogs.sapo.pt
PS.Faz bem à alma reflectir sempre um pouco.....
~Herminia Coelho Lopes

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Uma curta ausência!






É isso mesmo! Durante uns dias vou estar ausente. Irei sentir falta do nosso cantinho e de todos os amigos virtuais que o visitam. Um beijinho para todos e FIQUEM BEM! Até Breve!

Emília Pinto

FEIRA MEDIEVAL




Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

As feiras medievais são eventos que têm lugar em locais onde se expõem e vendem mercadorias e se faz uma espécie de encenação de uma feira da época medieval com a recriação de eventos históricos da época medieval.


PS. Está em decurso a FEIRA MEDIEVAL em V.N.Famalicão até dia três de Maio. SEJAM BEM VINDOS.

Herminia Coelho Lopes

lº DE MAIO


Dia do Trabalhador



Em Portugal, só a partir de Maio de 1974 (o ano da revolução do 25 de Abril) é que se voltou a comemorar livremente o Primeiro de Maio e este passou a ser feriado. Durante a ditadura do Estado Novo, a comemoração deste dia era reprimida pela polícia. O Dia Mundial dos Trabalhadores é comemorado por todo o país, sobretudo com manifestações, comícios e festas de carácter reivindicativo, promovidas pela central sindical CGTP-Intersindical (Confederação Geral dos Trabalhadores Portuguêses - Intersindical) nas principais cidades de Lisboa e Porto, assim como pela central sindical UGT (União Geral dos Trabalhadores). No Algarve, é costume a população fazer pic-nics e são organizadas algumas festas na região


.ikipédia, a enciclopédia livre.



Herminia Coelho Lopes

1º DE MAIO


História do dia do trabalhador

No dia 1º de Maio de 1886, 500 mil trabalhadores saíram às ruas de Chicago, nos Estados Unidos, em manifestação pacífica, exigindo a redução da jornada para oito horas de trabalho. A polícia reprimiu a manifestação, dispersando a concentração, depois de ferir e matar dezenas de operários.
Mas os trabalhadores não se deixaram abater, todos achavam que eram demais as horas diárias de trabalho, por isso, no dia 5 de Maio de 1886, quatro dias depois da reivindicação de Chicago, os operários voltaram às ruas e foram novamente reprimidos: 8 líderes presos, 4 trabalhadores executados e 3 condenados a prisão perpétua. Foi este o resultado desta segunda manifestação.
A luta não parou e a solidariedade internacional pressionou o governo americano a anular o falso julgamento e a elaborar novo júri, em 1888. Os membros que constituíam o júri reconheceram a inocência dos trabalhadores, culparam o Estado americano e ordenaram que soltassem os 3 presos.
Em 1889 o Congresso Operário Internacional, reunido em Paris, decretou o 1º de Maio, como o Dia Internacional dos Trabalhadores, um dia de luto e de luta. E, em 1890, os trabalhadores americanos conquistaram a jornada de trabalho de oito horas.
116 anos depois das grandiosas manifestações dos operários de Chicago pela luta das oito horas de trabalho e da brutal repressão patronal e policial que se abateu sobre os manifestantes, o 1º de Maio mantém todo o seu significado e actualidade.

Emília Pinto