terça-feira, 30 de outubro de 2012

SER FELIZ? É AGORA!




Se alguém disser pra você não cantar
Deixar seu sonho ali pro um outra hora
Que a segurança exige medo
Que quem tem medo Deus adora
Se alguém disser pra você não dançar
Que nessa festa você tá de fora
Que você volte pro rebanho.
Não acredite, grite, sem demora...
Eu quero ser feliz Agora
Se alguém vier com papo perigoso de dizer que é preciso paciência pra viver.
Que andando ali quieto
Comportado, limitado
Só coitado, você não vai se perder
Que manso imitando uma boiada, você vai boca fechada pro curral sem merecer
Que Deus só manda ajuda a quem se ferre, e quando o guarda-chuva emperra certamente vai chover.
Se joga na primeira ousadia, que tá pra nascer o dia do futuro que te adora.
E bota o microfone na lapela, olha pra vida e diz pra ela...
Eu quero ser feliz agora
Se alguém disser pra você não cantar
Deixar seu sonho ali pro um outra hora
Que a segurança exige medo
E que quem tem medo deus adora
Se alguém disser pra você não dançar
Que nessa festa você tá de fora, que volte pro rebanho.
Não acredite, grite, sem demora...
Eu quero ser feliz Agora"



Nestes tempos de crise em que  nos querem fazer crer que estamos perdidos e que o nosso país não tem solução, NÃO ACREDITE e grite sem demora EU QUERO SER FELIZ AGORA!

Quem é Oswaldo Montenegro?

Oswaldo Viveiros Montenegro (Rio de Janeiro, 15 de março de 1956) é um músico brasileiro. Além de cantor, compõe trilhas sonoras para peças teatrais, balés, cinema e televisão. Foi casado com a atriz Paloma Duarte. Tem uma das parcerias mais sólidas da MPB ao lado de Madalena Salles, que o acompanha com suas flautas
Nascido no bairro do Grajaú, Oswaldo é um caso excepcional de precocidade musical. Sem nunca ter estudado música regularmente, começou desde a tenra infância a ser influenciado por ela. Primeiro, na casa de seus pais no Rio de Janeiro: sua mãe e os pais dela tocavam piano, seu pai tocava violão e cantava.
A segunda influência foi mais forte. Aos oito anos, mudou-se, com os pais, para São João del-Rei, cidade mineira poética e boêmia, onde as serestas aconteciam todas as noites e as pessoas juntavam os amigos em casa para passar as noites tocando e cantando. Ao mesmo tempo, Oswaldo foi atraído para a música barroca das igrejas. Nesta época, teve aulas de violão com um dos seresteiros da cidade e compôs sua primeira canção, Lenheiro, nome do rio que banha São João del-Rei. Venceu um festival de música com apenas 13 anos, no Rio de Janeiro, onde voltou a morar.

Emília Pinto



quarta-feira, 24 de outubro de 2012

VERDADE!




Deus costuma usar a solidão



Para nos ensinar sobre a convivência.
Às vezes, usa a raiva para que possamos
Compreender o infinito valor da paz.
Outras vezes usa o tédio, quando quer
nos mostrar a importância da aventura e do abandono.
Deus costuma usar o silêncio para nos ensinar
sobre a responsabilidade do que dizemos.
Às vezes usa o cansaço, para que possamos
Compreender o valor do despertar.
Outras vezes usa a doença, quando quer
Nos mostrar a importância da saúde.
Deus costuma usar o fogo,
para nos ensinar a andar sobre a água.
Às vezes, usa a terra, para que possamos
Compreender o valor do ar.
Outras vezes usa a morte, quando quer
Nos mostrar a importância da vida.
Paulo Coelho



PS.Assim diz Paulo Coelho e assim o acredito. Em cada esquina aí  está  uma sombra...são nos dadas todas as oportunidade para que aproveitemos a vida, mas... esbarramos e  nem sempre aproveitamos; aqui e ali aparece um grão de areia que nos magoa....aparecem pequenos nadas aos quais  damos importância exagerada!
Herminia

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

UMA CRIATURA






                             "Sei de uma criatura antiga e formidável,
                              Que a si mesma devora os membros e as entranhas
                              Com a sofreguidão da fome insaciável.
                              Habita juntamente os vales e as montanhas;
                              E no mar, que se rasga, à maneira do abismo,
                              Espreguiça-se toda em convulsões estranhas.
                             Traz impresso na fronte o obscuro despotismo;
                             Cada olhar que despede, acerbo e mavioso,
                             Parece uma expansão de amor e egoísmo.
                             Friamente contempla o desespero e o gozo,
                             Gosta do colibri, como gosta do verme,
                             E cinge ao coração o belo e o monstruoso.
                             Para ela o chacal é, como a rola, inerme;
                             E caminha na terra imperturbável, como
                             Pelo vasto areal um vasto paquiderme.
                             Na árvore que rebenta o seu primeiro gomo
                             Vem a folha, que lento e lento se desdobra,
                             Depois a flor, depois o suspirado pomo.
                             Pois essa criatura está em toda a obra:
                             Cresta o seio da flor e corrompe-lhe o fruto,
                             E é nesse destruir que as suas forças dobra.
                            Ama de igual amor o poluto e o impoluto;
                            Começa e recomeça uma perpétua lida;
                            E sorrindo obedece ao divino estatuto.
                            Tu dirás que é a morte; eu direi que é a vida

 Machado de Assis

Eu também direi: Só pode ser a VIDA

Quem foi Machado de Assis?



21 /06/1839 Rio de Janeiro (RJ) 29 /09/1908 Rio de Janeiro (RJ)

 Joaquim Maria Machado de Assis nasceu pobre e epilético. Era filho de Francisco José Machado de Assis e de Leopoldina Machado de Assis, neto de escravos alforriados. Foi criado no morro do Livramento, no Rio de Janeiro. Ajudava a família como podia, não tendo frequentado regularmente a escola. Sua instrução veio por conta própria, devido ao interesse que tinha em todos os tipos de leitura. Graças a seu talento e a uma enorme força de vontade, superou todas essas dificuldades e tornou-se em um dos maiores escritores brasileiros de todos os tempos. Machado de Assis morreu em sua casa situada na rua Cosme Velho. Foi decretado luto oficial no Rio de Janeiro e seu enterro, acompanhado por uma multidão, atesta a fama alcançada pelo autor. O fato de ter escrito em português, uma língua de poucos leitores, tornou difícil o reconhecimento internacional do autor. A partir do final do século 20, porém, suas obras têm sido traduzidas para o inglês, o francês, o espanhol e o alemão, despertando interesse mundial. De fato, trata-se de um dos grandes nomes do Realismo, que pode se colocar lado a lado ao francês Flaubert ou ao russo Dostoievski, apenas para citar dois dos maiores autores do mesmo período na literatura universal

In uol Educação

Emília Pinto.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

VALE A PENA CULTIVAR A.....





TOLERÂNCIA....

          Às Religiões


"Embora as religiões do mundo tenham grandes divergências em termos de metafísica e filosofia, as conclusões a que chegam essas filosofias divergentes – ou seja, seus ensinamentos éticos – mostram um grau elevado de convergência. Nesse sentido, podemos dizer que, a despeito de quaisquer explicações metafísicas que as tradições religiosas utilizem, todas chegam a conclusões similares. De uma forma ou de outra, as filosofias de todas as religiões do mundo enfatizam o amor, a compaixão, a tolerância, o perdão e a importância da autodisciplina. Por meio do compartilhamento, do respeito e da comunicação interpessoal e intercrenças, é possível aprender a estimar as valiosas qualidades ensinadas por todas as religiões, e os instrumentos pelos quais todas elas podem beneficiar a humanidade"

Dalai Lama
In Ensinamentos: Religião no Mundo de Hoje


  Às Opiniões


"Para que os homens possam sentir-se felizes com a minha companhia, é necessário antes de tudo que eu tenha a grande força de ver como prováveis as opiniões a que aderiram, desde que as não venham contradizer os factos que posso observar; não devo supor-me infalível; não devo considerar-me a inteligência superior e única entre o bando de pobres seres incapazes de pensar; cumpre-me abafar todo o ímpeto que possa haver dentro de mim para lhes restringir o direito de pensarem e de exprimirem, como souberem e quiserem, os resultados a que puderam chegar; de outro modo, nada mais faria de que contribuir para matar o universo: porque ele só vive da vida que lhe insufla o pensamento poderoso e livre".

Agostinho da Silva, in 'Diário de Alcestes '




"..... é possível aprender a estimar as valiosas qualidades ensinadas por todas as religiões, e os instrumentos pelos quais todas elas podem beneficiar a humanidade"....é possível respeitar as opiniões dos outros.
É possível ser tolerante; para isso " não devo supor-me infalível; não devo considerar-me superior e único entre o bando de pobres seres incapazes de pensar". Esta é uma ideia que tem de acabar em cada um de nós. MUDAR MENTALIDADES é urgente e SER TOLERANTE é imprescindível para que tenhamos paz.

E muito mais se poderia dizer sobre a Tolerância, mas, penso que estes dois aspectos são os que mais contribuem para as desavenças entre os homens.

Emília Pinto .
 .

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

RELAXANTE!




Ps. É linda a musica peruana, acalma e relaxa..,é bom mesmo! Para todos os que por aqui passarem ,deixo uma das minhas músicas preferidas.

Herminia

terça-feira, 25 de setembro de 2012

PENSAR.....

 
 
 
..... O MEU PAÍS.

 De repente toda a gente se pôs a um canto a meditar o país. Nunca o tínhamos pensado, pensáramos apenas os que o governavam sem pensar. E de súbito foi isto. Mas para se chegar ao país tem de se atravessar o espesso nevoeiro da mediocralhada que o infestou. Será que a democracia exige a mediocridade? Mas os povos civilizados dizem que não. Nós é que temos um estilo de ser medíocres. Não é questão de se ser ignorante, incompetente e tudo o mais que se pode acrescentar ao estado em bruto. Não é questão de se ser estúpido. Temos saber, temos inteligência. A questão é só a do equilíbrio e harmonia, a questão é a do bom senso. Há um modo profundo de se ser que fica vivo por baixo de todas as cataplasmas de verniz que se lhe aplicarem. Há um modo de se ser grosseiro, sem ao menos se ter o rasgo de assumir a grosseria. E o resultado é o ridículo, a fífia, a «fuga do pé para o chinelo». O Espanhol é um «bárbaro», mas assume a barbaridade. Nós somos uns campónios com a obsessão de parecermos civilizados. O Francês é um ser artificioso, mas que vive dentro do artifício. O Alemão é uma broca ou um parafuso, mas que tem o feitio de uma broca ou de um parafuso. O Italiano é um histérico, mas que se investe da sua condição no parlapatar barato, na gritaria. O Inglês é um sujeito grave de coco, mas que assume a gravidade e o ridículo que vier nela. Nós somos sobretudo ridículos porque o não queremos parecer. A politiqueirada portuguesa é uma gentalha execranda, parlapatona, intriguista, charlatã, exibicionista, fanfarrona, de um empertigamento patarreco — e tocante de candura. Deus. É pois isto a democracia?


Vergílio Ferreira, in 'Conta-Corrente 2'


Não...a democracia não tem que ser isto, mas, infelizmente a nossa está precisamente assim...infestada de mediocralhada.

Emília Pinto.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

SAIBAMOS VIVER!

Foto retirada da net.




 

O menor discurso de Bryan Dyson..., ex-presidente da Coca Cola... Ele disse ao deixar o cargo de Presidente da Coca Cola

- "Imagine a vida como um jogo em que você esteja fazendo malabarismos com cinco bolas no ar”.
Estas são: seu Trabalho - sua Família - sua Saúde - seus Amigos e sua Vida Espiritual, e você terá de mantê-las todas no ar.
Logo você vai perceber que o Trabalho é como uma bola de borracha. Se soltá-la, ela rebate e volta.
Mas as outras quatro bolas: Família, Saúde, Amigos e Espírito, são frágeis como vidros. Se você soltar qualquer uma destas, ela ficará irremediavelmente lascada, marcada, com arranhões, ou mesmo quebradas, vale dizer, nunca mais será a mesma. Deve entender isto: tem que apreciar e esforçar para conseguir cuidar do mais valioso.
Trabalhe eficientemente no horário regular do escritório e deixe o trabalho no horário.
Gaste o tempo requerido à tua família e aos seus amigos. Faça exercício, coma e descanse adequadamente. E sobretudo... Cresça na sua vida interior, no espiritual, que é o mais transcendental, porque é eterno.
Shakespeare dizia: "Sempre me sinto feliz, sabes o porquê”? Porque não espero nada de ninguém. Esperar sempre dói. Os problemas não são eternos, sempre têm solução. O único que não se resolve é a morte. A vida é curta, por isso, ame-a! 
Viva intensamente e recorde:  Antes de falar... Escute!  Antes de escrever... Pense!  Antes de criticar... Examine!  Antes de ferir... Sente!  Antes de orar... Perdoe!  Antes de gastar... Ganhe!  Antes de render... Tente de novo!  ANTES DE MORRER... VIVA!”.


 
 
Este texto foi-me enviado via e-mail, mas achei-o tão importante que resolvi partilhá-lo; creio que, infelizmente, ainda não aprendemos a VIVER...ainda não sabemos CUIDAR DO MAIS VALIOSO.
 
 
Emília Pinto